
Não te conheço.
Transformaste-te em tudo um pouco.
Mas não, nunca, no menino que imaginava.
Não te percebo.
Não sei porque continuas a insistir em não me deixar entrar na tua vida quando foi apenas e só o que de bom soubeste fazer com a minha.
Não te peço que me fales.
Ouve-me apenas.
Não te peço que me sorrias.
Só não me faças chorar.
Quero que sejas sempre tu porque é assim que gosto de ti, mas tu nem sempre consegues, não é?
Por vezes ausentas-te de ti e fico a olhar-te com frieza.
Apetece-me chamar-te à realidade e a ti mas não me ouves.
Tento esconder o sorriso orgulhoso quando me falam de ti e do quão boa pessoa és.
Tento desculpar-te por todas as vezes que tenho de te “defender” e tu nem me retribuis o sorriso.
Tento esquecer quando me dizem que não estás bem.
Tento. Mas não consigo.
Quero mas não posso.
Podíamos ter crescido juntos, podíamos ter-nos encontrado centenas, até milhares de vezes. Mas não aconteceu. Nunca nada aconteceu.
Podia ter-te ensinado a (sobre) viver.
Podia ter-te ensinado a encarar as coisas de outra maneira.
Podia, mas felizmente não o fiz.
Estaria a tornar-te num ser que não tu.
Estaria a roubar-te a inocência e o bem que ela me faz. O bem que nos faz a todos..
Mas estaria a proteger-te. Do mal que ela te faz a ti.
Mas só por seres assim, tão menino, aposto que preferias a inocência à felicidade. Acertei?
Transformaste-te em tudo um pouco.
Mas não, nunca, no menino que imaginava.
Não te percebo.
Não sei porque continuas a insistir em não me deixar entrar na tua vida quando foi apenas e só o que de bom soubeste fazer com a minha.
Não te peço que me fales.
Ouve-me apenas.
Não te peço que me sorrias.
Só não me faças chorar.
Quero que sejas sempre tu porque é assim que gosto de ti, mas tu nem sempre consegues, não é?
Por vezes ausentas-te de ti e fico a olhar-te com frieza.
Apetece-me chamar-te à realidade e a ti mas não me ouves.
Tento esconder o sorriso orgulhoso quando me falam de ti e do quão boa pessoa és.
Tento desculpar-te por todas as vezes que tenho de te “defender” e tu nem me retribuis o sorriso.
Tento esquecer quando me dizem que não estás bem.
Tento. Mas não consigo.
Quero mas não posso.
Podíamos ter crescido juntos, podíamos ter-nos encontrado centenas, até milhares de vezes. Mas não aconteceu. Nunca nada aconteceu.
Podia ter-te ensinado a (sobre) viver.
Podia ter-te ensinado a encarar as coisas de outra maneira.
Podia, mas felizmente não o fiz.
Estaria a tornar-te num ser que não tu.
Estaria a roubar-te a inocência e o bem que ela me faz. O bem que nos faz a todos..
Mas estaria a proteger-te. Do mal que ela te faz a ti.
Mas só por seres assim, tão menino, aposto que preferias a inocência à felicidade. Acertei?
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