sexta-feira, 17 de setembro de 2010


"He took something from me. He took little pieces of me, little pieces over time, so small I didn't even notice, you know? He wanted me to be something I wasn't, and I made myself into what he wanted... I lost myself for a long time... And that will never happen again!"

(Greys Anatomy)

sábado, 11 de setembro de 2010

UM

Há um ano atrás, tinha borboletas no estômago, um aperto no coração e as minhas mãos tremiam a um velocidade nunca antes vista.

A minha Internet falhou três vezes antes de eu poder ler "Colocada: Faculdade de Direito".

Obrigada por tudo durante este ano meus pitchitchies.:D

sábado, 4 de setembro de 2010

HOPE

"I just need something to happen, I need a sign that things are going to change. I need a reason to go on. I need some hope! And in the abscense of hope, I need to stay in bed and feel like I'm going to die today."

Greys Anatomy

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Lara e Rodrigo

Há dois anos eram assim.


E já cresceram tanto, meus amores.:)


Parabéns.:D

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

J.

Desde muito cedo assumiste um papel importantissimo na minha vida. E mesmo passado este tempo, é assim que continuas e quero que assim seja até que me falhe a memória e a velhice se apodere de mim. Por isso, sempre que sentires que não tens valor neste Mundo, eu estarei lá para te relembrar de todas as tuas conquistas a que assisti orgulhosamente, dos sorrisos, do choro. De tudo aquilo que deve ocupar uma vida. E quando todas as minhas lembranças não chegarem para te fazer acreditar que ainda aqui pertences, procurarei mil exércitos, mil lugares, mil palavras mas irão todos levar-nos ao mesmo, meu amor. Ao enorme valor que tens.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Outra que não eu


Tenho medo.Que um dia, te aproveites do meu sono mais profundo para fugir,para me deixares aqui, embrulhada nos cobertores de onde não conseguirei sair caso isso aconteça. Já fizeste questão de me dizer,enquanto discutíamos,que não sabias porque continuavas comigo. Eu sei, meu amor. Não terás mais ninguém que te ampare as quedas ou até mesmo que caia em vez de ti. Não terás ninguém que te segure a mão antes de uma operação, e tu sabes que ainda te faltam duas. Não terás ninguém que te enxugue as lágrimas, enquanto tu, envolvido pelo álcool, e num rasgo de sinceridade, choras por ela. E me fazes acreditar no quão bonita ela é, e boa pessoa, e inteligente, e simpática, e como tem o sorriso mais bonito do Mundo, e olhos de um azul incomparável, enquanto me falas também do seu cabelo loiro e sedoso. Eu abraço-te e digo que vai ficar tudo bem, que talvez um dia ela te aceite de volta e aí, tu sairias a correr dos meus braços para os dela e lá ficarias até que ela te mandasse embora com a desculpa de que não és tudo o que ela precisa para ser feliz. Outra vez. E eu, acordada pelo teu telefonema e voz rouca, que me deixa adivinhar as horas de choro que antecederam o teu pedido de ajuda, levanto-me num ápice, visto a primeira coisa que encontro, pego na chave do carro e saio a correr para te ir buscar ao sítio onde sempre te encontro em momentos como este. Peço-te que entres no carro, está frio e concerteza não queres ficar doente. "Olha que depois não esperes que cuide de ti. Vá lá." Fazemos a viagem sem proferir uma única palavra. Esta noite dormes cá em casa, e na próxima, e na próxima. Pelo menos até ela te querer de volta. Outra vez.

Eu gosto. Gosto muito.