
Finalmente pude sentir-te.
Ali, comigo.
Senti-te compreensivo como nunca antes acontecera.
Valeu apenas porque finalmente estavas presente.
Não eras só um corpo.
Retribuí o teu sorriso quando tudo o que me apetecia era precisamente o contrário.
Consegui finalmente desfrutar do teu silêncio e do bem que ele me estava a fazer.
Senti compreensão.
Senti como que um abraço a envolver-me quando na realidade eras só tu e o teu silêncio.
Continuamos os dois cabisbaixos como se partilhássemos o mesmo problema.
Como se me estivesses a sentir.
Como se o teu silêncio falasse e me sussurrasse ao ouvido que estavas ali comigo e que não precisaria de mais ninguém.
Era mentira?
Estaria eu a sonhar?
Ou és assim tão bom actor que conseguiste fingir tudo aquilo?
Deste-me alento depois de toda a crueldade com que me trataste.
Foi apenas para te redimires?
Queria tanto que o teu sorriso e o teu silêncio soassem sempre da mesma forma!
Ficou a despedida carinhosa.
Importas-te de repetir?
Ali, comigo.
Senti-te compreensivo como nunca antes acontecera.
Valeu apenas porque finalmente estavas presente.
Não eras só um corpo.
Retribuí o teu sorriso quando tudo o que me apetecia era precisamente o contrário.
Consegui finalmente desfrutar do teu silêncio e do bem que ele me estava a fazer.
Senti compreensão.
Senti como que um abraço a envolver-me quando na realidade eras só tu e o teu silêncio.
Continuamos os dois cabisbaixos como se partilhássemos o mesmo problema.
Como se me estivesses a sentir.
Como se o teu silêncio falasse e me sussurrasse ao ouvido que estavas ali comigo e que não precisaria de mais ninguém.
Era mentira?
Estaria eu a sonhar?
Ou és assim tão bom actor que conseguiste fingir tudo aquilo?
Deste-me alento depois de toda a crueldade com que me trataste.
Foi apenas para te redimires?
Queria tanto que o teu sorriso e o teu silêncio soassem sempre da mesma forma!
Ficou a despedida carinhosa.
Importas-te de repetir?


